Construída para ligar o Brasil à região Sul do continente, a Ponte do Guaíba se tornou um símbolo da identidade gaúcha. Para homenagear seus 50 anos de história – que se completarão em 28 de dezembro de 2008 – o Centro de Memória Ponte do Guaíba lançou o livro “A ponte do Guaíba”.
A edição, de 96 páginas, é composta por ensaios voltados aos aspectos histórico, ambiental, cultural-paisagístico e sociológico da ponte, ilustrados com imagens antigas e recentes, estas últimas produzidas no verão e outono de 2007 pelo fotógrafo Eduardo Aigner. Os textos são assinados por Rualdo Menegat, Luiz Antônio Bolcato Custódio, Flávio Kiefer, Alice Dubina Trusz, Rosélia Araújo Vianna e Beatriz Blay, que também assina a edição, contando com a coordenação editorial de Maria Cristina Wolff de Carvalho.

A apresentação da obra é do cineasta Jorge Furtado, que já utilizou a ponte como cenário em três de suas produções. “É a mobilidade da ponte que lhe faz ser única e tão cinematográfica”, diz Furtado.

O concurso de projetos para a travessia, há mais de 50 anos, teve como vencedora a empresa alemã de engenharia especializada em grandes estruturas, Leonhardt und Andrä. O resultado se pautou nos critérios de funcionalidade, adequação ao ambiente, estética, criatividade e monumentalidade. Uma vez construída, a Ponte do Guaíba não apenas respondeu àquelas expectativas, como se tornou um símbolo que embeleza, atrai e reconta a história de uma região e de seu povo.

O livro “A ponte do Guaíba” foi realizado por intermédio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com o patrocínio das empresas Concepa, TPI - Triunfo Participações e Investimentos, Renault e Betunel.